sexta-feira, 1 de março de 2013

O Apocalipse dos Trabalhadores


(Cosac Naify, 192 páginas


Sinopse: Duas diaristas — ou mulheres-a-dias, como se diz em Portugal — compartilham as durezas de uma vida de trabalho, o bico como carpideira que aumenta os ganhos de Maria da Graça e Quitéria em cinquenta euros mensais e a esperança no amor como fim (e finalidade) de tudo, no terceiro romance de valter hugo mãe a sair pela Cosac Naify — a editora também publicou a máquina de fazer espanhóis, pelo qual hugo mãe venceu o Portugal Telecom em 2012. Uma se envolve com o patrão, um homem culto e leitor de Rilke e de Proust, que, ela acredita, poderá matá-la, e outra cai nos braços de um imigrante ucraniano que deixou a família para trás para tentar a vida no combalido Portugal. A paixão comum às duas é o amor à vida — ou à morte, à finitude que pode, quem sabe, dar sentido a tudo.

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